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Fraturas por estresse: como diagnosticar cedo?

  • Foto do escritor: Victor Soraggi
    Victor Soraggi
  • 13 de jan.
  • 2 min de leitura

As fraturas por estresse são pequenas lesões ósseas causadas pelo acúmulo de microtraumas repetitivos, são lesões raras, mas em geral aparecem mais em corredores, praticantes de crossfit, militares e atletas que aumentam a carga de treino rapidamente. O grande desafio é que, no início, os sintomas podem parecer apenas uma “dor normal” do exercício, o que atrasa o diagnóstico e prolonga o tempo de recuperação. Por isso, identificar os sinais precoces faz toda a diferença para evitar evolução para uma lesão mais séria.


O primeiro alerta é uma dor localizada que piora com o impacto e melhora com o repouso. Com o passar dos dias, essa dor tende a surgir mais cedo durante o treino e, em alguns casos, pode aparecer até em atividades leves. Diferente de dores musculares, que geralmente são difusas, a fratura por estresse costuma apresentar um ponto bem específico de sensibilidade ao toque. Quando esse padrão aparece, é um sinal claro de que não se trata apenas de sobrecarga comum.


O diagnóstico precoce é clínico, baseado na história do atleta e no padrão da dor, mas exames são fundamentais para confirmar. O raio X pode ser normal no início, por isso métodos mais sensíveis, como a ressonância magnética, ajudam a identificar a lesão ainda na fase inicial, quando existe apenas edema ósseo. Quanto mais cedo essa etapa é identificada, maior a chance de tratamento conservador e retorno rápido ao esporte, evitando que a lesão evolua.


Se você está sentindo uma dor persistente durante seus treinos, especialmente em regiões como tíbia, metatarso, fêmur ou quadril, não ignore o sinal. Avaliar cedo é a chave para evitar afastamentos longos e preservar sua performance com segurança. Agende sua consulta.


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Dr. Victor Soraggi

CRM: 150036-SP │ RQE Nº: 70819

 
 
 

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